Pedrada lançada pela Daptone, com muito soul, funk e gospel, gravado no melhor estilo Motown, com arranjos e sonoridades dignas da década de 60. Um disco simplismente imperdível pra quem gosta da boa e velha soul music.
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6 comentários:
reitero meu pedido de casamento.
Rsrsrsrs.....obrigado.
Mas, como diria o The Who, "Whoooooo are you? Uh-Uh, Uh-Uh"
putz, nirso, infelizmente ninguém de SP... (te confundiu com as gatinhas daí, néééé, hauihauiha!)gosto muito muito de música e sempre baixo discos aqui, o blog é sensacional. tu coleciona vinil, né? aposto que minha coleção de duke é maior do que a tua, léro-léro.
Haaaa....não me confundi com nada. Só fico curioso com as pessoas malucas que frequentam meu blog....rsrsrsrs
Vc é da África do Sul mesmo? ou é só brincadeira?
Anyway, minha coleção de Duke (Ellington) não é grande mesmo. Tenho alguns poucos, mas que amo de coração.
Aliás, sou maluco pelo som dele. As composições, os arranjos e, principalmente, a maneira como os músicos tocam e interpretam a música dele. Ele faz os caras vomitarem emoção em cada nota....
Enfim...rsrsrs..
Falem Mais!!!
(Pela escrita eu chuto que você é do Sul...)
então, nirso, chutou certo, sou do sul mesmo.
concordo em gênero, número e grau com o que tu disse sobre o duke. de início, ele era um cara muito criativo e tal, talentoso, a fim de fazer uns troços novos, etc. Mas com o passar dos anos, ele sacava TÃO BEM os músicos que trabalhavam com ele, que já escrevia pensando "hmm, isso o johnny hodges vai tocar de um jeito fora da real, vai fazer escola!" , ou "hmm, essa partezinha aqui, ó, o cootie vai fazer um trompete DIVINO!".
O segredo era , além das excelentes composições (standards que mataram a pau, né, sem esquecer a baita colaboração do billy strayhorn, que na verdade foi maior do que a gente imagina), a conexão total entre bandleader e músicos, por isso tanta emoção...
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